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CarnevaleRio 2010
http://carnevalerio.com
Category: Arts
Location: Rio de Janeiro
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January 11, 2011 07:17 PM PST

O casal de mestre sala e a porta bandeira, Rute e Julinho apresenta o esquenta da Vila ao som do samba de Martinho da Vila "Vamos Renascer das Cinzas", no ensaio técnico da escola realizado em janeiro de 2010.

Criação, captação e edição: Valéria del Cueto
Produção: del Cueto - assessoria e produção
http://delcueto.multiply.com

* agradecimentos às Liesa, Riotur e aos Rute de Julinho da Vila Isabel,estrelas do vídeo.

January 08, 2011 07:40 PM PST

A Bateria da Vila isabel, comandada por Mestre Átila, no esquenta para o Setor 1, no ensaio técnico de janeiro de 2010.

As imagens - sem cortes na maior parte do vídeo, para não prejudicar o som da bateria - registram o gestual de Átila, os momentos que antecederam a apresentação da Swingueira de Noel, a bateria da Vila Isabel, para os torcedores que lotavam a Sapucaí.

Criação, captação e edição: Valéria del Cueto
Produção: del Cueto - assessoria e produção
http://delcueto.multiply.com

* agradecimentos às Liesa, Riotur, aos componentes e ritmistas da Vila Isabel que permitiram e colaboraram para a realização do vídeo.

December 27, 2010 07:07 PM PST

Os segredos do ensaio técnico da Unidos da Tijuca, que levou a escola ao campeonato do carnaval carioca de 2010.

Criação, captação e edição: Valéria del Cueto
Produção: del Cueto - assessoria e produção
http://delcueto.multiply.com

* agradecimentos às Liesa, Riotur, aos componentes e ritmistas da Unidos da Tijuca, estrelas do vídeo.

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........................................

­Esta é a relação completa dos vídeos postados pelo canal delcueto sobre o ensaio da Campeã do Carnaval 2010, a Unidos da Tijuca.

O último é um apanhado geral. Os outros, momentos específicos do ensaio técnico da escola, na Sapucaí, como o da apresentação da bateria para o Setor 1, da comissão de frente, uma das sensações do desfile e a interpretação do samba, por Edson, um componente, no final do ensaio técnico, com a Apoteose ao fundo.

Eis os links:

É segredo! Por Edson, no ensaio técnico da Unidos da Tijuca - Carnaval 2010
http://www.youtube.com/watch?v=ouUrOm...

É segredo! Ensaio técnico da Comissão de Frente da Unidos da Tijuca - Carnaval 2010
http://www.youtube.com/watch?v=MHSGH2...

É segredo! Ensaio Técnico da bateria Pura Cadência da Unidos da Tijuca - Carnaval 2010
http://www.youtube.com/watch?v=g8VFrT...

É segredo! Ensaio Técnico da Unidos da Tijuca - Carnaval 2010
http://www.youtube.com/watch?v=HaSYUz...

December 19, 2010 05:07 PM PST


Os segredos de Mestre Casagrande conduzindo os 260 componentes da  bateria Pura Cadência, no esquenta do ensaio técnico da Unidos da  Tijuca, a escola campeão do carnaval carioca de 2010.
Adriane Galisteu, rainha da bateria, foi fonte de inspiração para os ritmistas e o público que acompanharam o ensaio técnico.

Criação, captação e edição: Valéria del Cueto
Produção: del Cueto - assessoria e produção
http://delcueto.multiply.com

* agradecimentos às Liesa, Riotur e aos ritmistas da Unidos da Tijuca, estrelas do vídeo.

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December 14, 2010 06:17 PM PST

Coreografada por Rodrigo Neri e Priscila Mota, bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Comissão de Frente da Unidos da Tijuca foi um grande segredo.

Quem assistiu a performance de seus participantes no ensaio técnico da escola, na Sapucaí, semanas antes do carnaval, não poderia imaginar no que se transformaria a apresentação que ajudaria a fazer da Unidos da Tijuca a escola campeã do carnaval carioca de 2010.

Criação, captação e edição: Valéria del Cueto
Produção: del Cueto - assessoria e produção
http://delcueto.multiply.com

* agradecimentos às Liesa, Riotur e aos componentes da Unidos da Tijuca, estrelas do vídeo.

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December 10, 2010 04:53 PM PST

No final do ensaio técnico da Unidos da Tijuca, Edson, componente da escola, coreografou na chuva o samba que datia o título de campeã do Carnaval Carioca em 2010 à escola. Ao fundo a Apoteose de Oscar Niemeyer.

Criação, captação e edição: Valéria del Cueto
Produção: del Cueto - assessoria e produção
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* agradecimentos às Liesa, Riotur e a Edson, componente da Unidos da Tijuca e estrela do vídeo.

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November 18, 2010 08:15 PM PST

No Sem Fim... http://delcueto.multiply.com
Trechos do ensaio técnico para o Carnaval 2010 da GRES Estação Primeira de Mangueira, dezembro de 2009, Sambódromo, Rio de Janeiro.
Criação, captação e edição: Valéria del Cueto
Produção: del Cueto - assessoria e produção
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* agradecimento às Liesa, Riotur e aos componentes da escola que são as estrelas do vídeo.

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November 01, 2010 01:03 PM PDT
A Porta Bandeira Marcella e o Mestre Sala Raphael Rodrigues abrem o primeiro ensaio técnico da GRES Estação Primeira de Mangueira, dia 07 de dezembro de 2009, se apresentando ao som do samba "Exaltação à Mangueira"(1956), de Enéas Brites da Silva e Aloísio Augusto da Costa. Imagens e edição de Valéria del Cueto, para o Sem Fim. Produção da del Cueto - assessoria e produção. http://delcueto.multiply.com
March 22, 2010 08:59 PM PDT

“BRASIL DE TODOS OS DEUSES”

Autores: Jeferson Lima – Flavinho - Gil Branco - Me Leva - Guga
Intérprete: Dominguinhos do Estácio

TERRA ABENÇOADA!
MORADA DIVINAL
BRILHA A COROA SAGRADA
REINA TUPÃ, NO CARNAVAL…
VIU NASCER

A DEVOÇÃO EM CADA AMANHECER
VIU BRILHAR A IMENSIDÃO DE CADA OLHAR
NUM PAÍS DA COR DA MISCIGENAÇÃO
DE TANTO DEUS, TANTA RELIGIÃO
PRO POVO, FELIZ, CULTUAR

O ÍNDIO DANÇOU, EM ADORAÇÃO
O BRANCO REZOU NA CRUZ DO CRISTÃO
O NEGRO LOUVOU OS SEUS ORIXÁS
A LUZ DE DEUS É A CHAMA DA PAZ

E SOB AS BÊNÇÃOS DO CÉU
E O VÉU DO LUAR
NAVEGARAM IMIGRANTES
DE TÃO DISTANTE, PRA SEMEAR
TRAÇOS DE TRADIÇÕES,

LAÇOS DAS RELIGIÕES
OH, DEUS PAI! ILUMINAI O NOVO DIA
GUIAI AO DIVINO DESTINO
SEUS PREGRINOS EM HARMONIA
A FÉ ENCHE A VIDA DE ESPERANÇA
NA INFINITA ALIANÇA
TRAZ CONFIANÇA AO CAMINHAR
E A GENTE ROMEIRA, VALENTE E FESTEIRA
SEGUE A ACREDITAR…

A IMPERATRIZ É UM MAR DE FIÉIS
NO ALTAR DO SAMBA, EM ORAÇÃO
É O BRASIL DE TODOS OS DEUSES!
DE PAZ, AMOR E UNIÃO… "Brasil de todos os Deuses"

Enredo:
Uma terra abençoada! É um Brasil que nasce de homens bem-aventurados, de uma história de dores e de alegrias, que gera um povo miscigenado, criativo e crente no que se tem de mais valor: o poder dos deuses. Seres iluminados, supremos, espirituais ou materiais, sagrados ou profanos, divinos de um Brasil de todos os Deuses.

Brilha! A Coroa da Imperatriz Leopoldinense às coroas das divindades...

Despertamos da imensidão do nosso Brasil, do “realismo mágico” do Reino de Tupã à nossa criação.

Povoado pelo consciente imaginário dos índios brasileiros – os donos da terra; ressoam das matas cantos, louvores, ritos, rancores, paixão e fé. No enredo do meu samba, Tupã é umDeus, genuinamente, “brasileiro”. Ele é a força divina, como no mito guarani da criação, que desce à terra personificado em um manto de luz e cor e cultuado como Deus do Carnaval. É Tupã que une e apresenta os elementos constitutivos das religiões brasileiras e o fenômeno religioso universal do Homem, que crê em Deus, em Olorum, em El, em Alá, em Maomé, em Jeová, em Buda, em Brahma, ou seja, em um Ser Superior.

Tupã, de seu trono, tudo vê. No século XVI, treze caravelas de origem portuguesa aportam em terras brasileiras. À primeira vista, tais navegadores, cumprindo um contrato religioso, acreditam tratar-se de um grande monte e chamam-no de Monte Pascoal. Realizam, em 26 de abril de 1500, a primeira missa no Brasil. Desde então, as atitudes e imposições dos homens brancos aos filhos de Tupã, e até mesmo aos negros africanos que, posteriormente, viriam para além-mar na condição de escravos, cultuou-se o cristianismo. A cruz marca o testemunho de fé desses navegadores portugueses, que reconhecem Cristo como “Deus Homem” ou como a encarnação de Deus. Assim, a fé cristã é difundida, chegam as catequeses e a lavoura e, com elas, a exploração do Novo Mundo, desvendado por Seu Cabral.

O sopro forte de Tupã vai nos mostrando a nossa formação. Criam-se doutrinas, estórias, mitos e lendas. Sob a inviolável fé cristã, vindos da África Ocidental, os negros africanos trazem, além da dor da escravidão, suas crenças, suas divindades, suas lembranças... de um ritual chamado N’Golo, praticado nas aldeias do sul de Angola, à época do rito da puberdade– que representava a passagem da moça para a condição de mulher. Também aporta, com os negros africanos, o culto dos Orixás – que atuam como intermediários entre o mundo terrestre e o Deus Negro – chamado Olorum ou Olodumaré, o Princípio Criador.

O Brasil transcende a um princípio de unidade geral: negros, índios e europeus ganham um só corpo, viram uma só gente, abençoada pelos “deuses brasileiros”. É o despertar poético de uma ardente nação, uma nação, que perante os olhos de Tupã, vê navegar sobre seus mares, navios a vapor trazendo homens, mulheres, velhos e crianças (1870-1930) à nova terra.

A viagem marca para sempre a vida dos imigrantes europeus, asiáticos, indianos, americanos, entre outros. Partir assinala o encerramento da origem da sua existência, sublinhado pelo traço genérico comum da ansiedade, estranheza, expectativa da chegada e a reconstrução de uma nova vida em outro país. Até que o processo de imigração viesse a se concretizar, fatos como a visão etnocêntrica (dos nacionais) e a autopercepção do imigrante como estrangeiro contribuíram para reforçar os laços de grupo, os laços familiares e, sobretudo, os laços religiosos.

As tradições religiosas dos imigrantes no Brasil fundiram-se a nossa brasilidade. Dos bairros étnicos, judeus, árabes, ortodoxos, japoneses budistas ou xintoístas, alemães protestantes, e até indianos hare krishnas, com suas formas de linguagens, expressões diretas e atuantes, preservam seus mistérios e cultuam seus deuses...

Do Judaísmo: “um velho pastor, cansado da fome e da seca, certa vez ouviu uma voz a dizer: Parte da tua terra. Era o Senhor, que propôs guiar aquele homem até um lugar abençoado, onde água e comida nunca faltariam. Em troca, ele deveria adorá-Lo como o único Deus e espalhar pelo mundo uma mensagem de justiça. A proposta era arriscada numa época em que reis exploravam o trabalho de camponeses, invasores ameaçavam cidades-estado e os povos, em busca de proteção, veneravam várias divindades. Mesmo assim, o pastor aceitou o acordo. E foi recompensado por isso. Seu nome era Abraão. Ele sobreviveu a guerras, catástrofes naturais, perseguições. E seus descendentes foram guiados numa longa jornada rumo a Canaã – a Terra Prometida” (Revista Superinteressante, março 2009)

A narrativa da aliança entre Deus e Abraão é uma das mais conhecidas da tradição judaico-cristã e, embora nunca tenha sido confirmada historicamente, pode explicar como surgiu a primeira grande religião monoteísta, o Judaísmo.

Do Budismo: a essência do pensamento budista focado nas Quatro Nobres Verdades:

1º dor (a vida é cheia de dor);

2º a origem da dor (a dor provém do desejo de experiências sensoriais);

3º sobre a superação da dor (atingir o estágio da nirvana); e

4º o caminho que leva à superação do desejo (o desejo apaga-se quando se segue o “Meio-Caminho”, o sagrado caminho das regras da vida): a pureza da fé; da vontade; da ação; dos meios da existência; da atenção; da memória; e da meditação.

Uma filosofia espiritualista de vida baseada integralmente nos profundos ensinamentos do Buda para todos os seres, que revela a verdadeira face da vida e do universo.

Do Islamismo: a religião que mais cresce no mundo contemporâneo nasceu na Península Arábica a partir da reflexão de Maomé em torno da multiplicidade de deuses existentes nas tribos da própria península, assim como das religiões petrificadas e presas no formalismo ritualístico, sem a vivificação espiritual desejada e desejável, como o cristianismo ortodoxo grego, o cristianismo romano e o judaísmo.

Nos treze séculos que se passaram de sua gênese, a religião congrega hoje mais de 800 milhões de adeptos, unidos pelo sentimento profundo de pertencimento a uma só comunidade. E essa expansão, que continua, é, principalmente, em virtude de um espírito de universalidade que transcende qualquer distinção de raça e permite a cada povo se integrar no Islã, mas, ao mesmo tempo, conservar sua cultura própria.

Do Hinduísmo: uma intersecção de valores, filosofias e crenças, derivadas de diferentes povos e culturas.

Tem sua origem pelo ano de 1500 a.C. Nasceu a partir dos elementos religiosos dos vencedores (arianos) e vencidos (os autóctones). Provém da experiência humana. Consiste na investigação das profundezas da alma, na reflexão sobre si mesmo, da preocupação em não deixar escapar nada de experiência.

O credo fundamental do Hinduísmo é o da existência de um espírito Universal chamado Brahma (alma do mundo). Essa alma do mundo, também chamada de Trimurti, o Deus Trino e Uno, tem esse nome porque acreditavam que ela era: 1. Brahma, o Criados; 2. Vishnu (Krishna), o Conservador; 3 – Shiva, o Destruidor.

A religião hindu acredita ainda em muitos deuses. Existem cerca de 33 milhões de deuses. Os sacerdotes hindus afirmam que são apenas representações de diferentes atributos de Brahma ou nomes do mesmo Deus.

No destino imaginário da humanidade celebram a vida e percorrem o caminho da verdade. Todos de braços dados e peito aberto em um convívio fraterno, sem ódio nem rancor, da passarela do samba mostram pro mundo que a união entre as crenças é um ato de amor...

Entre o sagrado e o profano, Brasil de todos os Deuses é a devoção de cada religião, é a celebração das festas religiosas. Da Festa do Divino, que tem origem nas comemorações portuguesas a partir do século XIV e que no Brasil é marcada pela esperança de uma nova era para o mundo dos homens, com igualdade, prosperidade e boa colheita. Do Reisado, da festa do negro que se faz no Congado, da Cavalhada – a histórica batalha entre cristãos e mouros, das romarias e dos beatos e sua peregrinação pelos caminhos da fé.

De um Brasil que vive em harmonia onde deus paga, onde deus cria e convive com o povo brasileiro no seu dia-a-dia:

Deus lhe pague!
Deus lhe abençoe!
Deus é o vosso Pai,
Deus é o vosso guia...
Vai com Deus!
Deus é amor.
Graças a Deus!
Deus é meu pastor.

O encanto toma conta do espírito de Tupã que abençoa o Brasil como o templo da união de todas as crenças. Das matas indígenas ao cristianismo, dos cultos afros às manifestações religiosas, dos imigrantes, da festa da fé ao povo brasileiro. A Imperatriz Leopoldinense é o templo do Brasil, é o Brasil de todos os Deuses – um poema épico, erguido ao longo da nossa história, que pede passagem para contar em “canto e oração” a ação sociocultural de todas as religiões nesse encontro mágico e poético chamado Carnaval.

Idéia Original e Carnavalesco: Max Lopes

*Fonte: Liesa

March 22, 2010 08:13 PM PDT

“DOM QUIXOTE DE LA MANCHA, O CAVALEIRO DOS SONHOS IMPOSSÍVEIS”

Autores: Grassano – Gabriel Fraga – Márcio André Filho – João Bosco – Arlindo Neto – Gugu das Candongas – Marquinhus do Banjo – Barbosão – Ito Melodia – Léo da Ilha

Intérprete: Ito Melodia

VOLTOU A ILHA
DELIRA O POVO DE ALEGRIA
NESSA FOLIA SOU FIDALGO, SOU LEITOR
CAVALEIRO SONHADOR
MEU MUNDO É DE MAGIA
VOU CAVALGAR NO ROCINANTE
MEU ESCUDEIRO É SANCHO PANÇA
SE DULCINÉIA É MEU AMOR
QUEM EU SOU?
SOU DOM QUIXOTE DE LA MANCHA

O GIGANTE MOINHO ME VIU DEU NO PÉ
O POVO GRITA..OLÉ
NESSE FEITIÇO TEM CASTANHOLA
A BATERIA HOJE DEITA E ROLA

VESTI A FANTASIA, FUI À LUTA
VENCI MANADAS, REBANHOS
FIZ DE UMA BACIA, MEU ELMO DE GLÓRIAS
MEUS LIVROS SE PERDERAM PELA HISTÓRIA
ENFIM, FUI VENCIDO PELO BRANCA LUA
VOLTEI PRA CASA ESQUECENDO AS AVENTURAS
O TEMPO FICOU COM MEUS IDEAIS
QUIMERAS SÃO IMORTAIS

A ILHA VEM CANTAR
MAIS UM SONHO IMPOSSÍVEL... SONHAR!
QUEM É QUE NÃO TEM, UMA LOUCA ILUSÃO
E UM QUIXOTE NO SEU CORAÇÃO

Enredo:
"Num lugar da Mancha, de cujo nome não quero lembrar-me, vivia um fidalgo. Tinha em casa uma ama e uma sobrinha. Orçava em idade, o nosso fidalgo, pelos cinquenta anos. Era rijo de compleição, seco de carnes, enxuto de rosto, madrugador e amigo da caça...
É pois de saber, que este fidalgo, nos intervalos que tinha de ócio, que eram muitos, se dava a ler livros de cavalaria com tanto empenho e prazer, e era tanta paixão por essas histórias, que chegou a vender parte de suas terras para comprar livros de Cavalaria. O que mais admirava era os "Os quatro de Amadis de Gaula", primeiro livro de cavalaria que se imprimiu na Espanha.
E o pobre cavaleiro foi perdendo o juízo. Sua imaginação foi tomada por tudo o que lia nos livros - feitiçarias, contendas, batalhas, desafios, amores e disparates inacreditáveis. Foi assim que acudiu-lhe a mais estranha idéia , que jamais ocorrera a outro louco nesse mundo. Pareceu-lhe conveniente fazer-se cavaleiro andante, em busca de aventuras e viver tudo o que havia lido sobre o assunto".
Assim começa a saga de um cavaleiro que se tornou imortal. Escrito por Miguel de Cervantes, a princípio era uma crítica aos romances de cavalaria. Porém sua importância foi além dos limites que imaginara. É considerado o primeiro romance da era moderna e escolhido como o melhor livro já escrito até os dias de hoje.
Voltando ao nosso herói, ele escolheu um nome, Quixote de la Mancha, batizou seu magro cavalo de Rocinante, tomou um vizinho, lavrador pobre e bastante simplório, como seu fiel escudeiro. E para cavaleiro andante nada mais lhe faltava a não ser uma dama. Foi então que se lembrou de uma aldeã por quem já fora enamorado, embora ela nunca tenha sabido, chamada Aldonza Lorenzo. Pôs-lhe então o nome de Dulcinéia del Toboso.
Assim, armado e montado em Rocinante, acompanhado pelo escudeiro Sancho Pança montando seu burrico russo, Dom Quixote resolve sair em busca de aventuras, que devo dizer não foram poucas.
Investiu contra os moinhos de ventos, achando que eram gigantes, obra do grande feiticeiro Fristão, tomou rebanho de ovelhas por exércitos inimigos, e fez o mesmo com uma manada de touros. De um barbeiro, levou-lhe a bacia dourada, pois achava que era o elmo de Mambrino, colocou-a na cabeça e esta bacia passou a fazer parte de sua indumentária enferrujada e antiga, pertencente a seu bisavô.
Enquanto Dom Quixote se aventura pelo mundo, sua sobrinha, ajudada por amigos, resolve destruir todos os livros de cavalaria dele e bloqueia a porta do seu escritório, para parecer que esta sumira como que por encantamento. No afã de leva-lo de volta para casa, o noivo da moça se disfarça de cavaleiro da Branca Lua e desafia Quixote para um torneio. Caso ele perdesse, teria que se refugiar em casa por um período de um ano, esquecendo-se das aventuras de cavaleiro andante.
Quixote é vencido por seu oponente e, como era fidalgo de palavra, volta para casa, para júbilo de todos, e aos poucos vai recobrando a sensatez e esquecendo-se das aventuras do grande D. Quixote de la Mancha.
"Quixote encanta pela loucura da luta por ideais dos quais a razão desistiu. Os humanistas domesticados pela razão cínica viraram técnicos em acomodação".
Quixote, como Cervantes, foi-se em agitação criativa e penúria material. Quatro séculos após a sua vinda, restam o quixotesco de anedota, frases divertidas, fugaz admiração. Do ideal, apenas a glória do derrotado. Venceu o pragmatismo de Sancho.
Mas vale a pena ler, quimeras são sempre divertidas, a infância ou a loucura ainda mora na essência das nossas almas quixotescas...
"Sonhar, Mais um sonho impossível Lutar Quando é fácil ceder Negar quando a regra é vender... Voar num limite improvável Tocar o inacessível chão".
Rosa Magalhães
Carnavalesca

*fonte: Liesa

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